segunda-feira, 28 de abril de 2008

Operadoras brasileiras fazem traffic shapping

Operadoras brasileiras fazem traffic shapping




Um ranking divulgado pela Vuze Inc. comprova o que os usuários de redes P2P já sabem: as operadoras brasileiras também praticam o traffic shapping, processo que diminui as velocidades contratadas quando há uso de torrents, serviços de Voz sobre IP e aplicações que consomem mais banda, em geral. Segundo informações da PCWorld, Brasil Telecom, Oi, NET e Telefônica estão listadas no ranking que denuncia 108 provedores que realizam o processo.

O estudo foi feito através de um plugin criado pela companhia californiana, que identificou a velocidade de acesso durante uso de redes de P2P, entre 1º de janeiro e 13 de abril, de 8 mil usuários de banda larga ao redor do mundo, contabilizando 1 milhão de horas de dados trafegados.

A norte-americana Comcast lidera o ranking. A Brasil Telecom aparece em nono lugar, a Telefônica em 53º, Oi em 58º e NET, em 66º lugar.




Fonte: Baguete

Linux-KDE Desktops para 52 milhões de estudantes do Brasil

Linux-KDE Desktops para 52 milhões de estudantes do Brasil



Por SKuLL_DeviLL
25 de Abril de 2008




Noticiário



O Brasil está levando a sério seu investimento no software livre. O anúncio da migração de 430.000 urnas eletrônicas para GNU/Linux se une a uma decisão governamental de disponibilizar a distribuição “Linux Educacional 2.0” para as escolas públicas, atingindo com esta medida 52 milhões de estudantes em 2009.

Através do projeto “Proinfo”, o programa nacional de informática, o Ministério da Educação Brasileiro (MEC) não só oferecerá a infraestrutura (rede de computadores e conectividade), como também vai equipar todas as escolas públicas com softwares livres.

O sistema escolhido para governar os terminais clientes foi o “Linux Educacional 2.0”, baseado na distribuição Debian, com KDE 3.5, KDE-Edu, KDE-Games e outras ferramentas desenvolvidas para o projeto.




















Clique na imagem, para ampliar.


Em 2009 as escolas públicas contarão com 53.000 “laboratórios” que serão acessados por 52 milhões de estudantes. Estas aulas de informática contam com um servidor, 7 CPUs e 15 pontos de acesso.


















Clique na imagem, para ampliar.




Fernando Haddad, o ministro de educação brasileiro, anunciou que em 2010 todas as escolas públicas urbanas terão conexão de banda larga e acesso internet para 37 milhões de estudantes. Outra grande meta para este mesmo ano é a capacitação de 100.000 novos professores para o aproveitamento do esforço tecnológico e do grande potencial de um país que tem mais de 190 milhões de habitantes.

TheInquirer





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Fonte: FórumPCs

Lançado Ubuntu 8.04 LTS

Lançado Ubuntu 8.04 LTS



A Canonical anunciou hoje o lançamento do Ubuntu 8.04 final (Hardy Heron), tanto a versão de servidor como desktop. Esse release é uma versão com longo tempo de suporte. Está planejado 3 anos de suporte na versão desktop e 5 na de servidor, onde atualizações de segurança serão disponibilizadas conforme forem surgindo. A divulgação foi feita no começo da semana, mas os downloads foram liberados hoje.

Indo um pouco além, o Ubuntu desta vez vem com o Firefox 3 (beta 5), que está muito melhor do que o Firefox 2 (apesar de ter ainda seus problemas). Pretendem trazer uma melhor experiência com a web para seus milhões de usuários.

As novas versões dos programas também animam, tornando-o mais amigável e interessante do que a versão anterior. O gerenciamento de imagens com o F-Spot foi melhorado, principalmente na detecção de câmeras. O upload, gerenciamento, impressão e compartilhamento de fotos ficou mais fácil.

Os usuários podem também plugá-lo num PSP, compartilhar as playlists com amigos, comprar música on line da loja Magnatune, disponibilizar áudio via stream e conectá-lo a mais dispositivos do que antes (com UpnP).

O novo player de vídeo padrão permite, entre outras coisas, a pesquisa de vídeos no YouTube e outros recursos na web, além do compartilhamento de vídeo.

Há várias outras melhorias que trazem uma melhor produtividade, além de vir os efeitos visuais ativos (Compiz Fusion) quando rodado em hardware compatível.

Junto com ele foi lançado também o Kubuntu, a versão do Ubuntu que vem com o KDE como ambiente gráfico.

Considere que o Ubuntu é uma distro largamente usada, então a corrida para baixar a nova versão é grande. Se estiver muito lenta a transmissão, procure algum outro mirror ou aguarde alguns dias, afinal é comum o site ficar congestionado em lançamentos como esse.

Anúncio:

https://lists.ubuntu.com/archives/ubuntu-announce/2008-April/000111.html

Download do Ubuntu:

http://www.ubuntu.com/getubuntu

Download do Kubuntu:

http://kubuntu.org/download.php





Postado por Marcos Elias Picão em 24/04/2008 às 13:20





Alguns pontos fracos do Windows Vista

Alguns pontos fracos do Windows Vista



Seria o Windows Vista como um Windows Millennium Edition, tendo o trágico fim e curto tempo de vida do ME?

Muito se diz nisso, que a Microsoft prepara o Windows 7 sem muitas ligações com a estrutura atual do Windows, porque ela já teria dado o que tinha que dar.

Com ou sem expectativas de um novo Windows realmente "diferente", com ou sem apoio a uma ou outra empresa, alguns fatos existem: o Windows Vista perde feio em várias coisas, pecando em atividades que nem num Windows 98 ocorriam.

A lenta adoção do Vista nas empresas e lares, e mais, a quantidade de downgrades oficiais e informais para o Windows XP, mostra que os consumidores não estão satisfeitos mesmo com o último sistema da Microsoft. Vamos analisar alguns pontos.

Confusão de marketing. Para que tantas versões? Geralmente se quer o melhor, a versão com mais recursos, então para que lançar várias edições sendo que as mais básicas seriam chamadas de "ruins"?

Tamanho do sistema. Simplesmente um exagero, muito grande! Só comparando, muitas distribuições Linux vêm em um ou mais DVDs, mas considere que trazem uma gama praticamente completa de software, para as mais diversas atividades e gostos. O Vista ocupa vários GB no disco rígido exclusivamente para o sistema operacional, e traz bem poucas aplicações "nativas". Com isso o sistema fica inviável mesmo para a nova onda de micro-notebooks, os UMPC (ultra mobile PC, ultraportáteis), que em sua maioria vêm com discos de estado sólido (SSD, usando memória flash) de baixa capacidade.

Falta de componentes. O WinFS prometia revolucionar a forma como o Windows guarda os arquivos no HD, sendo um sucessor do sistema de arquivos NTFS. Ele viria com a base do Windows Vista, logo nas primeiras divulgações do Longhorn (nome de desenvolvimento do Vista). Depois foi anunciado como um produto à parte, e por fim, descontinuado. E as promessas? E as inovações? O Vista não traz algo de realmente novo dessa forma.

Vida da bateria e boato dos discos híbridos. Em portáteis, o Vista ainda sofre com o peso e consumo de energia. Isso seria solucionado com alguns códigos especiais e discos híbridos (HHD), que usam parte de um HDD convencional, e parte de um SSD. Ainda não tem nada de muito concreto no mercado em massa, a tecnologia se mostra cara para a maioria dos usuários. Há cerca de dois anos se comenta, mas cadê? Já estamos há alguns meses sem ouvir falar no assunto como se deveria. Nada de expandir a tecnologia. Esses HDs trariam benefícios para muitos sistemas, é certo, mas enquanto isso... O Vista sofre em desempenho e consumo de energia.

Falsidade na propaganda do "Windows Vista capable". Vários PCs eram apresentados como capazes de rodar o Vista (mesmo que com menos recursos), e não o são. No dia-a-dia, satisfatoriamente, em muitas máquinas que trazem o logo "Windows Vista capable" torna-se impraticável o uso do Windows Vista.

Falta de drivers. É surpreendente que nem todos os drivers que funcionam no Windows XP podem funcionar no Vista. No Windows 2000, XP e Server 2003 se manteve uma base similar, quase tudo funciona nos três sistemas, os drivers desenvolvidos para um quase sempre rodam no outro. No Vista a quantidade de drivers intercompatíveis cai bruscamente. Por quê? Fazer upgrade para rodar o Vista algumas vezes é até inviável, sendo necessário uma nova máquina - mesmo que os componentes da anterior sejam relativamente "robustos"; sem drivers escritos para o Vista, nada feito.

Conflitos nos aconselhamentos. Os usuários ficam perdidos. Alguns dizem que podem instalar o Vista como atualização, outros apenas como uma nova cópia. A Microsoft poderia ter lançado alguma ferramenta mais prática, que informasse se seria possível a atualização, e para quais versões do Vista. Sem isso, muita gente evitaria tentar instalar o sistema para depois simplesmente voltar para o XP. Sem contar que alguns PCs que vêm com o Windows Vista instalado (em regime OEM) podem ser atualizados para outro sistema (como o Windows XP ou Linux), enquanto que outros apresentam tantos problemas que praticamente impossibilitam a retirada do Vista.

Performance. Por mais parrudo que seja seu hardware, ninguém esperaria que um sistema que levou mais de 4 anos para ser desenvolvido, tivesse um desempenho tão pior do que a versão anterior. Além do consumo de memória e espaço, que é de certa forma "aceitável", o Vista perde feio em diversas atividades - como na cópia de arquivos. Será que não testaram o sistema antes de liberá-lo comercialmente? E mesmo assim, aguardar um ano para o SP1 (que saiu recentemente) para algumas poucas melhorias, é muita coisa. Ainda mais por algo que você pagou para usar.

Enfim, a lista continuaria e seria enorme. Só o tempo dirá, mas tudo indica que o Vista terá um final trágico, mais demorado do que o do Windows Me, mas ainda assim trágico. Um ano se passou, e a negação ao sistema se mantém a mesma - para não dizer crescente.

Referência para a base desse artigo:

http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2286065,00.asp





Postado por Marcos Elias Picão em 24/04/2008 às 12:37





Comente em: http://www.guiadohardware.net/comunidade/windows-pontos/859808/





Fonte: GuiadoHardware.net






Obs: Pra quem estiver sofrendo com o Windows Vista, eu recomendo o seguinte, mude de Sistema Operacional, use Linux, que é melhor. Linux e mais leve e seguro, o Linux é um Software Livre, além de ter outras vantagens.

Filtro automático de conteúdo usando o SquidGuard

Filtro automático de conteúdo usando o SquidGuard



Um dos grandes problemas para quem administra redes com muitos usuários acessando a web, sobretudo em escolas e empresas é restringir o acesso a alguns tipos de conteúdos. Bloquear domínios e endereços IP individuais funciona bem para bloquear páginas específicas, mas não funciona para bloquear páginas pornográficas, por exemplo, simplesmente porque existem muitas delas e você iria morrer louco se tentasse bloquear todas manualmente.

Existem grupos destinados a manter listas com URLs de páginas pornográficas, páginas de cassinos e jogos e páginas ilícitas em geral, que são atualizadas freqüentemente. Por serem construídas através da combinação dos esforços de muitas pessoas, auxiliadas por ferramentas semi-automáticas de indexação e classificação de conteúdo, estas listas permitem bloquear a maior parte das páginas ilícitas sem muito esforço. Apenas a lista mantida pelo Shalla Security possui mais de 1.5 milhões de URLs cadastradas, que formam um arquivo compactado de 9 MB.

A lista mais usada é provavelmente a MESD blacklists, que é a indicada pela equipe do SquidGuard, por ser completamente livre e utilizável para qualquer fim. Ela tem pouco mais de 1 milhão de links e pode ser baixada no: http://squidguard.mesd.k12.or.us/blacklists.tgz.

Outra lista muito usada é a Shalla's Blacklists, disponível no: http://www.shallalist.de/. A lista é livre para uso pessoal ou não comercial e é mais completa que a lista do MESD, com mais de 1.5 milhões de URLs. Uso comercial é permitido desde que você preencha um contrato de uso, sem custo.

Outra opção é a lista do URLBlacklist.com. Ela é uma lista comercial, que conta com mais de 2 milhões de links e é atualizada regularmente, contando inclusive com um script de atualização automática. A assinatura custa de US$ 6 a US$ 55 mensais, de acordo com o tipo de uso.

Estas listas nada mais são do que longas listas de links, com um por linha. Elas até podem ser usadas diretamente no Squid, através da opção url_regex (a mesma que usamos para criar uma lista de sites bloqueados), mas, por serem arquivos muito grandes, o desempenho seria ruim, já que o Squid processa cada linha dos arquivos a cada acesso, o que consome muito processamento.

Entra em cena então o SquidGuard, que permite usar longas listas de URLs, com milhões de links sem uma grande perda de desempenho. Ele permite integrar listas gigantescas como os três exemplos anteriores sem comprometer o desempenho do seu servidor proxy. As listas se encarregarão de bloquear a maior parte das páginas impróprias e você poderá fazer ajustes manuais conforme necessário. A página do projeto é a: http://www.squidguard.org.

Nos próximos dias teremos um tutorial mais completo sobre a instalação e o uso do SquidGuard, até lá :)


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Postado por Carlos E. Morimoto em 24/04/2008 às 06:47



Fonte: GuiadoHardware.net