terça-feira, 22 de abril de 2008

OpenP2M - Hospede os seus arquivos no e-mail

OpenP2M - Hospede os seus arquivos no e-mail



OpenP2M



Postado dia 18 - Abril, por Pedro Prá





















Cansados de sofrer com o traffic shaping no Brasil e se aproveitando da guerra dos serviços de e-mails para ver quem consegue liberar mais espaço de armazenamento para os usuários, nasce o OpemP2m.

Desenvolvido por Glauber Magalhães Pires desde 2006 em plataforma Java, o Opemp2m é um recurso incrível para você que quer encontrar Jogos, Filmes, Músicas, ou até mesmo fazer backup dos seus arquivos na internet em algum servidor de e-mail.
É uma evolução do antigo P2M, que era lento na hora de listar os arquivos e muitas vezes não baixava todos os arquivos que se encontrava naquela conta de e-mail.
Ele aceita gerenciamento de contas, ou seja, você pode colocar para baixar algo em uma conta e deixar outra na fila pronta para começar após o término, para baixar os arquivos de outra conta.
Caso você comece a baixar algo e caia a internet (algo que no Brasil já se tornou normal), ao conectar-se novamente na conta e mandar criar a lista ele verifica o que já foi baixado e lista apenas os arquivos que faltam.

A senha utiliza criptografia RSA 512 bits.

Pode ser encontrado atualmente em 11 Idiomas, e suporte para 16 serviços de e-mail.

O único “trabalho” que você vai ter é procurar comunidades que coloquem arquivos em Opem2m, porém isso já está bem difundido pelo Brasil e existem muitas comunidades utilizando. Basta só uma pesquisada rápida para achar.
O site do OpemP2m está aceitando doações, e caso você seja uma alma caridosa ou um velhão cheio da grana sem saber onde gastar é uma ótima opção.

A grande vantagem do OpemP2m é que ele roda em JAVA, logo funciona em Linux e Windows.

O sistema funciona basicamente assim: você tem um Login/Senha de e-mail onde os arquivos estão hospedados. Você manda logar e ele abre uma nova janela para selecionar os segmentos que quer baixar e pronto: já está baixando. Em breve farei um post detalhado de como funciona o programa.

Site Oficial: http://openp2m.sourceforge.net/



Fonte: InfoNeural

Como ganhar dinheiro com Linux (parte 20): Desenvolvedores e profissionais em software livre recebem até 40% mais

Como ganhar dinheiro com Linux (parte 20): Desenvolvedores e profissionais em software livre recebem até 40% mais



Muitos administradores me perguntam "onde é que está a vantagem em trabalhar com software livre?", "quanto é que se ganha com isso?", "se é gratuito, o que é que vou ganhar?"

Desenvolvedores e sysadmins me perguntam: "mas se trabalhar de graça num projeto de código livre, qual é a vantagem, quanto vou receber?"

Resposta baseada em pesquisa salarial: Quem trabalha com código aberto recebe até 40% mais.

O que até então se observava empíricamente, e também era analizado por outros estudos, como você pode ver nos artigos ligados mais abaixo, agora tem dados objetivos coletados nos EUA.

A empresa de consultoria de Nova York, Bluewolf, elaborou um relatório, de pesquisa salarial nos EUA, que também foi analizado em outra publicação, quantificando as diferenças salariais de profissionais que trabalham com código aberto e software livre:

Recebem até 40% mais em alguns cargos.

Claro que trabalhar em projetos de código livre não é nada fácil.

É um ambiente de hipercompetição, onde a melhor qualidade de trabalho (geralmente) vence.

Exige um esforço em educação continuada. Permanente auto-estudo. Estudar, estudar, estudar.

Mente aberta para experimentar e criar novas abordagens técnicas.

Hipercompetição técnica, hipervelocidade de evolução, hipernecessidade de estudo.

Como tudo fica aberto para exame na rede, incompetências saltam aos olhos.

E capacidade acaba sendo reconhecida também. É como um currículo e portfólio público.

Mesmo em certas situações onde não seja possível um salário maior, como no serviço público, o profissional de software livre acaba conquistando um espaço, condições, ambiente, status de trabalho diferenciado se, claro, mostrar competência e disposição para ensinar os outros, compartilhando o conhecimento (o que é quase sempre um choque cultural) de forma sensata e hábil.

Usualmente, um profissional de código livre não fica escondendo a sete chaves um conjunto de mandingas e feitiçarias (porque nem ele sabe como funcionaram) para resolver problemas, que poderiam ser "roubadas" por outro que as decorasse também.

O profissional em software livre acaba sendo reconhecido pela capacidade de produzir novas soluções e novos conhecimentos, e em forma coletiva, não apenas pelo que já produziu. Isso não pode ser roubado nem copiado. Pode ter competição. Outras correntes de trabalho recebem pelos segredos que controlam, e que podem ser "roubados" ou copiados, sendo então descartados. Isso leva a comportamentos até paranóicos e hostis, como você já deve ter observado.

Usualmente, o profissional em código livre cria novas soluções e divulga novas abordagens na solução de problemas, trabalhando em cooperação com outros e usando seu conhecimento como moeda de troca.

É MUITO importante que você leia todos os artigos ligados mais abaixo para compreender melhor o assunto e o contexto.

E se és administrador, gerente, presidente, ainda mais importante ler todos, pois só então poderás entender como reduzir os custos finais, aumentando os salários dos seus funcionários competentes, obtendo produtos e serviços melhores. Não é contradição. Verá como montar a equação do seu fluxo de caixa, como sempre esconderam de você.



Fonte: Tech Force

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Lançado kernel 2.6.25

Lançado kernel 2.6.25



Linus Torvalds anunciou a tão aguardada e prometida versão 2.6.25 do kernel do Linux.

Dentre as novidades, estão o suporte à uma nova arquitetura (MN10300/AM33) e ao amplamente utilizado Orin SoCs; uma nova interface melhorada para medição do uso de memória dos processos; um 'controlador de recursos de memória' para controlar o uso de memória de grupos de processos; sincronização de grupos em tempo real; uma ferramenta para medir altas latências chamada "latencytop"; regulagem termal ACPI; notificações de eventos cronológicos através de descritores de arquivos, um framework de segurança MAC alternativo chamado SMACK; atualização no sistema de arquivos ext4; suporte RCU melhorado, melhoria com relação ao FIFO em x86; suporte a EFI em x86-64; um novo protocolo de rede chamado CAN; suporte inicial ATI r500 DRI/DRM; suporte a dispositivos melhorado e várias outras pequenas alterações.

Confira a lista de alterações explicada:

http://kernelnewbies.org/Linux_2_6_25

Fonte:

http://osnews.com/story/19645/Linux-2.6.25-Released

Lista de alterações original:

http://www.kernel.org/pub/linux/kernel/v2.6/ChangeLog-2.6.25



domingo, 13 de abril de 2008

Relatório do Linux Driver Project

Relatório do Linux Driver Project



Linux Driver Project Status Report as of April 2008

Autor original:
Greg Kroah

Publicado originalmente no: http://www.kroah.com/

Tradução: Roberto Bechtlufft

Este é o relatório de abril de 2008 sobre as atividades do Linux Driver Project, o Projeto de Drivers para Linux, que descreve nosso trabalho no ano que passou. O relatório foi postado originalmente na lista de discussão para desenvolvedores.

Resumo Executivo


O Linux Driver Project (LPD) está vivo e bem; ele conta com mais de 300 desenvolvedores dispostos a participar, já criou diversos drivers que foram aceitos na árvore do kernel e está desenvolvendo muitos outros. O maior problema é a falta de projetos. A verdade é que quase não existe hardware não suportado pelo Linux. Quase todo hardware lançado ultimamente já vem com um driver desenvolvido pelo fabricante, ou pela comunidade com o apoio do fabricante.

Há dois tipos de hardware que não são bem suportados no Linux, dispositivos de entrada de vídeo e placas de rede wireless, mas já há bastante trabalho nessas áreas e a questão dos drivers wireless já está praticamente resolvida, com poucas exceções.

Por isso, voltamos nossos esforços para a educação. Queremos ensinar aos fabricantes de hardware como eles podem se tornar membros da comunidade do kernel Linux, os padrões de código e procedimentos e como inserir seus códigos na árvore do kernel. Boa parte de nosso trabalho tem sido o de limpeza de código e sua incorporação aos lançamentos do kernel.org.

Estamos abertos ao desenvolvimento de drivers para qualquer dispositivo que precise deles. Vamos mudar nossa abordagem diante de novos projetos para refletir as lições aprendidas no ano passado. Com isso, esperamos facilitar a participação dos fabricantes e manter a comunidade mais informada sobre o que está se passando no projeto, oferecendo maneiras mais práticas para que ela colabore.

O Ano Passado




O Começo

O LDP nasceu há pouco mais de um ano, com um anúncio na lista de discussão do kernel e alguns posts em blogs. Ele nasceu das queixas de alguns usuários e empresas quanto ao "problema dos drivers no Linux". A impressão que se tinha era a de que o Linux não tinha um bom suporte a drivers, e que certos tipos de dispositivos já começavam a ser dominados por drivers de código fechado.

Eu percebi que se reduzíssemos as dificuldades das empresas em obter drivers para Linux a apenas alguns emails, um ou dois documentos e de preferência a doação de um equipamento para testes, esse problema desapareceria e nós poderíamos criar vários drivers de código aberto para esses equipamentos-problema, dos quais todo mundo parece reclamar.

Assim nasceu o LDP. Ele começou como um ponto de encontro para os fabricantes obterem de graça drivers para seus equipamentos. Oferecemos um termo de confidencialidade às empresas que que não gostariam divulgar as especificações de seus equipamentos. O termo de confidencialidade foi disponibilizado pela Linux Foundation, e é um documento legal em três vias, com toda a papelada necessária.

O engraçado é que eu esperava que o projeto fosse ser inundado por pedidos de empresas por drivers para seus equipamentos, mas isso não aconteceu.

Duas coisas que eu não esperava aconteceram:


  • A quantidade de desenvolvedores que se prontificaram a ajudar a criar os drivers foi incrível. Hoje contamos com mais de 300 desenvolvedores de drivers para Linux, que oferecem voluntariamente seu tempo e talento para ajudar o Linux. Esse numeroso grupo de desenvolvedores é um exemplo brilhante da força e do tamanho de nossa comunidade.

  • Poucas empresas solicitaram drivers.


É esse ponto que me preocupa. Sim, algumas empresas nos pediram drivers e nós os criamos, mas foram bem menos do que eu esperava. Nós estávamos escrevendo drivers para empresas e equipamentos interessantes, mas nada de muito destaque; a maior parte do trabalho era para o mercado vertical, que é bem restrito.

Afinal, onde estava todo esse hardware não suportado pelo Linux?


O Mito dos Drivers para Linux


Eu dei uma palestra no Ottawa Linux Symposium em 2006 sobre uma série de mitos que envolvem o kernel Linux. Um deles era o suporte a dispositivos e drivers. Eu disse na época, e repito:


O Linux é o sistema operacional que oferece suporte à maior quantidade de equipamentos na história da computação.

Posteriormente, um representante da Microsoft confirmou minha declaração, afirmando que as pesquisas deles estavam de acordo, logo essa não é uma declaração leviana.

Ainda assim, o "problema de drivers no Linux" persistia. Tanto a Linux Foundation quanto o Laboratório de Desenvolvimento de Código Aberto, o OSDL, tinham "drivers para Linux" como a segunda questão mais importante a ser resolvida. É óbvio que esses grandes fabricantes, que distribuem o Linux em seus equipamentos e lidam com os problemas dos usuários todos os dias, tinham lá os seus motivos.

Então o LDP foi criado.

E as empresas não vieram.

E eu fiz mais um pouco de divulgação.

E as grandes empresas ainda não tinham aparecido.

Fazer o quê.

Fiz o que eu podia, com um anúncio do tipo "Diga-me qual hardware você conhece que não funciona no Linux!" A resposta dos usuários foi enorme. Minha caixa de email foi inundada por centenas de mensagens, e foi criada esta página do wiki: http://www.linuxdriverproject.org/twiki/bin/view/Main/DriversNeeded

Essa é a melhor relação de hardware não suportado pelo Linux já feita pela comunidade.

Então eu decidi perguntar, uma a uma, às empresas que fazem parte do Conselho de Fabricantes da Linux Foundation de quais drivers elas precisavam.

O diálogo era quase sempre assim:


EU

"Quais equipamentos que vocês vendem não são suportados pelo Linux?"



FABRICANTE

"Todos são suportados."



EU

"Espera aí, por quê vocês dizem que "drivers para Linux" são a questão mais importante a ser resolvida no Linux?"



FABRICANTE

"Não sabemos."


Depois de muito bajular e encher o saco dos outros, fico feliz em dizer que o a lista de 10 necessidades primordiais do Linux elaborada pelo Conselho de Fabricantes da Linux Foundation já não menciona mais os drivers.

Então vamos enterrar esse mito de uma vez por todas.


Queixas dos Usuários


Mas espere, e quanto a todos esses emails que eu recebi? Eles podem ser divididos em quatro grupos:

Suporte a impressoras e scanners;

Hardware antigo que já não é mais fabricado e que as pessoas querem muito ver funcionando em seus PCs algum dia;

Suporte a hardware wireless;

Suporte a dispositivos de entrada de vídeo.

Do grupo 1 os projeto Linux Printing e SANE já estão cuidando muito bem. Os drivers para impressoras e scanners são programas em espaço de usuário e não têm nada a ver com o kernel. Se você tem problemas com esses tipos de hardware, entre em contato com os desenvolvedores desses projetos. Eles são muito bem informados, habilidosos e têm contatos entre os fornecedores, e podem ajudá-lo a resolver seus problemas. Essa área já está bem suprida por essas pessoas.

O grupo 2 é mais complicado. Seria ótimo que o Linux suportasse hardware ultrapassado, mas sem as especificações do hardware ou se seu fabricante já não existe mais fica muito difícil dar suporte. Engenharia reversa é uma coisa incrível, mas foi-se o tempo em que eu era bom nisso. É um trabalho enorme, e o LDP não foi criado para isso. Para nossa sorte, quase nenhum hardware moderno exige engenharia reversa.

Só faltaram os dispositivos de entrada de vídeo e os dispositivos wireless. Por sorte os dois grupos têm uma comunidade bastante ativa e produtiva de desenvolvedores.

O grupo de desenvolvedores Linux-Wireless fez um trabalho incrível no ano passado, adicionando uma pilha de protocolos wireless totalmente nova ao kernel, bem como diversos drivers diferentes, alguns criados inicialmente por fabricantes e outros criados por engenharia reversa sem o apoio ou a aprovação dos mesmos. Os últimos lançamentos do kernel.org têm um monte de hardware wireless que passou a ser suportado, e há um grande número de drivers em desenvolvimento na fila para serem adicionados num futuro próximo.

Ainda existem alguns fornecedores de dispositivos wireless que não apóiam o Linux diretamente. Para dois deles, a Atheros e a Broadcom, a comunidade já criou drivers por meio de engenharia reversa. Devido à falta de apoio do fabricante, esses drivers chegam ao kernel com um atraso de alguns meses. As duas empresas tem versões internas de seus drivers para esse tipo de hardware, mas até agora elas vêm resistindo aos apelos para que os lancem. Esperamos que isso mude no futuro.

Quanto aos dispositivos de entrada de vídeo, há uma comunidade ativa de desenvolvedores nessa área, mas parece que os progressos são prejudicados por um modelo de desenvolvimento diferente (árvores em repositórios Mercurial, externas ao fonte do kernel) e pela falta de desenvolvedores em tempo integral, sem falar nos freqüentes conflitos interpessoais que ocorrem por lá. O suporte a boa parte desse dispositivos vai lentamente pingando na árvore principal do kernel, sendo o driver de vídeo USB o mais importante, visto que ele oferecerá suporte a quase todos os novos dispositivos de vídeo USB no futuro, acabando com o maior problema encontrado pelos usuários ao comprar um novo dispositivo de vídeo.

O grupo LDP também está trabalhando ativamente em drivers para vários dispositivos de vídeo, e o código já está disponível para testes na árvore do linux-next. Esses drivers chegarão aos lançamentos do kernel.org em breve, assim que o desenvolvimento deles for concluído.


Educação


No ano passado várias empresas me pediram drivers para seus equipamentos, ou pediram ajuda para disponibilizar um driver já existente na árvore do kernel. Vários desses contatos resultaram numa tentativa de educar os fornecedores no sentido de como a comunidade do kernel funciona, esclarecer se há mesmo a necessidade de algum driver para o hardware em questão (muitas vezes não há) e explicar como deve ser feita a limpeza do código para que ele seja aceito.

Embora eu ache que o trabalho de desenvolvimento do kernel é muito bem documentado, e que também existam livros gratuitos que expliquem como desenvolver para o kernel, parece que ainda temos muito a fazer. Precisamos de ajuda para transmitir nossa mensagem para empresas que ainda estão engatinhando no desenvolvimento para o Linux. Talvez precisemos do departamento de marketing de algum grande distribuidor de Linux para nos ajudar nesse sentido.

No ano passado, dei diversas palestras em empresas de todo o mundo sobre o processo de desenvolvimento do kernel, e não pretendo encerrar esse trabalho tão cedo. Comecei a recrutar mais desenvolvedores para me ajudarem nesse processo educativo, e mais ajuda é sempre bem-vinda. Se alguém quiser participar, e souber explicar sem dificuldades os processos de desenvolvimento do kernel, me avise.

Esse tipo de trabalho educativo é o que tem se mostrado mais útil. Muitos drivers tiveram seu código limpo e foram incorporados à árvore do kernel graças a ele. Esse empenho vai continuar, e já inseriu muitos drivers na árvore principal do kernel.org.


Método de Desenvolvimento


Quando o projeto LDP foi iniciado, foi estabelecida uma estrutura na qual havia um gerente para cada projeto, e se estabelecia um grupo de desenvolvedores para trabalhar nele. Isso funcionou em alguns casos, e foi um fracasso em outros. Em algumas equipes, tanto o gerente quanto os desenvolvedores desapareceram. Isso é comum em projetos opensource, então precisamos de um modelo aberto de desenvolvimento que permita a participação de todos.

Para que isso aconteça eu passei a disponibilizar todo o código do LDP na forma de patches com o quilt. Você os encontra aqui:
http://www.kernel.org/pub/linux/kernel/people/gregkh/gregkh-2.6/patches/ldp/

e agora eles são incluídos automaticamente nos lançamentos diários do linux-next. Os patches do quilt estão em uma árvore git

http://git.kernel.org/?p=linux/kernel/git/gregkh/patches.git

Essa é uma árvore na qual os desenvolvedores podem fazer mudanças, atualizações e ver onde podem ser úteis de maneira bem mais prática. Ela também dá às empresas uma maneira mais aberta de acompanhar o estado de seu código.


O Futuro


E agora? Estes são meus objetivos para o ano que vem:



  • Continuar a desenvolver drivers novos para as empresas que me pedirem. Todos esses drivers serão lançados sob a GPLv2 e incluídos árvore de código principal do kernel do kernel.org. A manutenção desses drivers será feita por membros da empresa ou da comunidade, de acordo com a vontade da empresa.

  • Continuar a ser um ponto de convergência para empresas que queiram aprender sobre o processo de desenvolvimento do Linux e que queiram se tornar parte da comunidade do kernel, se assim desejarem. Espero recrutar mais pessoas para nos ajudarem, mas mesmo que eu não consiga, continuarei viajando e dando palestras.

  • Trabalhar segundo um modelo mais aberto de desenvolvimento, hospedando todo o código experimental e de desenvolvimento em uma árvore git pública, testando-o diariamente em todas as arquiteturas na árvore do linux-next




Agradecimentos


Gostaria de agradecer ao meu patrão, a Novell, por me dar a oportunidade de trabalhar em tempo integral neste projeto. O apoio dela ao LPD é incrível e garante nossa sobrevivência, sendo responsável por nossos excelentes resultados em um período tão curto de tempo.

Também gostaria de agradecer a todos os desenvolvedores que se ofereceram para nos ajudar. O trabalho voluntário de vocês é incrível e mostra a força da comunidade de desenvolvedores do Linux.

Também gostaria de agradecer a Tomasz Grzegurzko por manter com tanta eficiência o domínio e os servidores do linuxdriverproject.org, apesar de todas as minhas eventuais tentativas de fazer besteira. Também agradeço ao Laboratório de Código Aberto da Universidade de Oregon pela ajuda com o domínio e a hospedagem do projeto.



Créditos a Greg Kroah - http://www.kroah.com/

Tradução por Roberto Bechtlufft









Fonte: GuiadoHardware.net

Buracos negros da Internet são mapeados por Hubble virtual

Buracos negros da Internet são mapeados por Hubble virtual



Já entrou em um site, e deu com a cara nas portas? "Erro 404", "Erro 503", "Internal Server Error", "página não encontrada", entre muitas outra mensagens são informações dadas pelo su computador por não obter resposta de um servidor. Mas qual o motivo? Servidor lotado? Manutenção? Indisponível?

Nem sempre, quando você está conectado à Internet, tem o poder de acessar ela toda. Similar ao espaço sideral, há na rede mundial de computadores "buracos negros", que impede a comunicação momentaneamente mesmo que ela não tenha nenhum defeito.

Veja a introdução desta interessante notícia publicada no site Inovação Tecnológica: "A experiência é frustrante: você tenta visitar um site e ele não responde, apesar de sucessivas tentativas. Pode ser que o servidor esteja fora do ar ou passando por alguma manutenção. Mas o motivo pode ser bem mais misterioso.

"Há uma suposição de que, se você tem uma conexão funcionando com a Internet, então você tem acesso a toda a Internet. Nós descobrimos que não é bem assim," explica Ethan Katz-Bassett, um dos idealizadores do Hubble virtual.

Cientistas da Universidade de Washington, Estados Unidos, descobriram que existem verdadeiros buracos negros na Internet, interrupções nas comunicações que impedem que usuários de determinada região geográfica acessem servidores localizados em outra região, mesmo que os servidores estejam funcionando corretamente."


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Veja a notícia original em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br








Fonte: GuiadoHardware.net